Capuche

Valorização da natureza e a busca pela qualidade de vida dos seus clientes.

09-12-2009

Capuche é pioneira no Programa de Gestão de Resíduos



Onde são lançados os resíduos da construção civil em Natal? Esta é uma pergunta comum que quase sempre fica sem resposta. A solução, para a maioria das empresas do setor na capital potiguar, é despejar tudo nos terrenos da Prefeitura, disponíveis na Zona Norte. Isso ainda ocorre porque o poder público não providenciou uma indústria de reciclagem.
A Capuche, no entanto, não esperou pela boa vontade do poder público e implantou, desde o início deste século, um Programa de Gestão dos Resíduos da Construção Civil, com base nos requisitos da Resolução 307/02 do Conama. No caso dos resíduos Classe A, que envolve o material mais pesado e volumoso (metralha e entulhos), a Capuche chega a investir R$ 100 por caçamba retirada de suas obras, para prover a destinação correta, segundo informou Leila Matos, gerente do Programa de Gestão de Resíduos da Construção Civil.
“Toda obra da Capuche tem um plano de gestão de resíduos. Temos quatro tipos de resíduos, mas o mais volumoso são os entulhos”, informou Leila. “Contamos também com algumas parcerias, por exemplo, com uma cooperativa para reciclar metais, plástico, papel e madeira”, revelou. Outros resíduos, como tinta e resto de manta asfáltica são incinerados por uma empresa especializada e parceira da Capuche. O dado curioso é que o maior volume de resíduos da construção civil em Natal sai das obras ‘avulsas’, os conhecidos "consumidores formigas", àqueles que fazem suas reformas em casa, e de obras públicas.
“Para a Capuche, este programa é muito importante para a preservação do meio ambiente. Estamos sempre em busca de novas alternativas para evitar o impacto ambiental, reduzindo, dessa forma, a geração de resíduos da construção civil”, afirmou Leila. As empresas da construção civil esperam mais agilidade do poder público para que a indústria de reciclagem seja viabilizada o quanto antes.



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